Destino Canela
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18/8/2010 - 0:36

Pacific Bottlenose Dolphin

www.wwf.org.ph/gallery.php?filter=2
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Foto tirada do site WWF, para ilustrar melhor como é o golfinho nariz de garrafa dos ocenaos Indico e Pacífico.

Publicado por Fauna ao Vento

18/8/2010 - 0:23

Indo Pacific Bottlenose Dolphin


Indo Pacific Bottlenose Dolphin – Índico Pacífico gofiinho nariz de garrafa

Turciops aduncus

Indentificação: Podendo medir no máximo 2, 6m, é muito confundido com o Commom Bottlenose Dolphin (Golfinho nariz-de-garrafa comum), principalmente quando jovens. A cabeça é considerada pequena em relação ao resto do corpo, com uma boca afinada, em forma de bico, que lembra uma garrafa. A nadadeira dorsal é ralativamente alta em relação ao resto do corpo. Possue coloração zinza na maior parte do corpo, porém no ventre possue cor clara, beirando o branco.

Hábitos: São animais totalmente sociaveis, capazes de interagir com indivíduos de outras espécies. São muitas vezes vistos nadando com com os Commom Bottlenose Dolphin. Bastante comum vê-los  nadando ao redor de barcos para exibir seus talentos, como grandes saltos mostrando todo o corpo, ou apenas levando a superfície alguns de seus membros.  Geralmente são avistados grupos de 5 a 15 indivíduos, mas já houve registros de mais de 1.000 individuos se deslocando ao mesmo tempo.

Reprodução: as fêmeas possuem uma gestão de 12 meses e o cuidado com o filhote pode durar até 2 anos. A época de reprodução se da na final da primavera e começo do verão.

Alimentação: alimentam-se de cefalópodes, mas principalmente de peixes encontrados perto dos reefs de corais.

Distribuição: encontrados na costa leste da África, na costa sul da Ásia, entrando um pouco no mar vermelho, no norte da Austrália, e nas ilhas do pacífico.


Dados sobre a avistagem:

Data: 30/07/2010
Horário: 12h 15min
Local: S 17º  07’  E  177º  08’
Temp. água: 26.8º
Temp. atmosférica (aprox): 22º
Vel. vento: 18knóts
Dir. vento:  NNE
Características do clima: Sol com algumas nuvens, porém mar bastante agitado devido ao swell e as ondas formadas pelo vento forte
Visibilidade: ++ (de 5 “+” possíveis)
Velocidade do barco: 5,1 knóts
Direção do barco: NNE
Dist. aprox. dos indivíduos: 5m
Dist. terra mais próxima: 13 Nm (milhas)

Avistagem: os golfinhos estavam nadando ao redor do barco. Em alguns momentos se afastavam mas quando voltavam davam saltos bem próximos ao barco, como se estivesse se exibindo mesmo (caracterísitica típica de algumas espécies de golfinhos). Ficaram nesses movimentos por cerca de 25 minutos, sempre nadando em duplas, trocavam suas posições a toda hora, passando pela frente do barco, muito rente ao casco. A maioria das avistagens de golfinhos em veleiros são assim, eles nadam um bom tempo ao lado dos barcos, cortando a frente, dando saltos, mergulhos profundos.
Um pena que nesta avistagem o mar estava tão mexido que não conseguimos capturar boas fotos, e até porque eles são muito rápidos também. Então postamos essas duas fotos, uma que nos conseguimos tirar, e outra que peguei na internet para todos saberem realmente como é esta espécie de golfinho, tão comum nessa região do planeta.

Avistadores: João e Augusto
Duração da avistagem: 25min

Publicado por Fauna ao Vento

13/7/2010 - 16:22

Micro-ecossistema


O mito dos objetos flutuantes

Dados sobre a avistagem:
Data: 20/06/2010
Hora: 12:50pm
Local: latitude S 23º 11`  longitude: E 178º 40`
Temp. água: 24,1º
Temp. atmosférica (aprox.): 28º
Vel. vento (aprox.): 4knós]
Lua: crescente
Direção do vento: NNE
Características do clima: Sol forte, sem nuvens, sem quase nada de vento e mar totalmente calmo
Visibilidade: +++++ (de cinco “+” possíveis)
Velocidade do barco: 0
Direção do barco: parado
Dist. aproximada dos indivíduos: 2m
Dis. da terra mais próxima: 325 milhas

Relato sobre a avistagem: estávamos motorando num dia perfeito de sol e calor depois de cinco dias de tempo ruim, chuvas e ventos fortes. Botamos a isca na água, e não havíamos pego nada o dia inteiro. Derrepente o Gustavo avista ao longe um objeto flutuante. Logo veio a lembrança de um livro que o Augusto leu, que sempre que um objetio fica a deriva no mar, um micro ecossistema se forma a partir dele, e possivelmente peixes ficam rodeando o objeto. Não deu 10m que o objeto passou pelo barco, e um peixe fisgou a isca. Paramos o barco e fomos puchar, mas ele arrebentos a linha. Então ficamos dando volta ao redor do objeto para tentar ver alguma coisa. Havia cerca de uns 15 peixes ao redor desse objeto. Um com certeza era um dourado pelo seu tamanho e coloração, os outros eram peixes que não passavam de 15 cm. A água estava muito clara, o que nos permitiu visualizar com clareza os animais. A curisoidade era grande para saber o que havia embaixo do objeto. Então o pescamos e fomos estudá-lo.
 Possivelmente era uma porta ou painero de alguma barco. Havia orifícios no objeto, e no interior dele pequenos crustáceos formavam a micro fauna da tábua. O curioso é que eles só estavam dentro dos orifícios, no restante do objeto, apenas sinais de do começo de uma colonização de algas. No restante, não havia vida visivel aparente.
 

As possivéis conclusões que tiramos sobre o fato são as seguintes:

- o grande número de peixe ao redor do objeto mostra que ali havia alimento suficiente e  de fácil acesso para eles;

- os poucos crustáceos (apenas nos orifícios) podem significar que eles servem de alimento para esses peixes e que os que ainda restavam na tábua, possivelmente era porque os peixes não conseguiam chegar até eles, devido ao pequeno tamanho dos buracos;

- as poucas algas podem dizer que este objeto está a poucos dias flutuando no mar, pois sua reprodução é rápida. Uma hipótese que se chega é que este objeto pode ter se desprendido de algum barco depois da tormenta que ocorreu nos dias anteriores;

- um simples objeto flutuante no mar tem o potencial de construír um ecossistema novo e que serve de ponto de reprodução e alimentação para diversos níveis de organismos marinhos, desde plantas (algas),  a invertebrados (crustáceos) e vertebrados (peixes).

Publicado por Fauna ao Vento

11/7/2010 - 23:35

Cape Petrol

Cape Petrol deu o ar da graça em um lindo dia de sol
Cape Petrol deu o ar da graça em um lindo dia de sol

Travessia NZ - FIJI


Cape Petrol

Daption capense


Identificação: possue as asas pretas com manchas brancas. Essa é uma caracterísitica típica da espécie. O ventre é branco com as bordas das asas são pretas. A cabeça, o bico e as patas também são pretas. Mede cerca de 50cm.

Hábitos: tem como hábito seguir grandes barcos pesqueiros a procura de alimento fácil. Mas é comumente visto nos mares por todos o barcos que navegam. Os veleiros que pescam durante suas travessias nas águas do Pacífico, geralmente os vêem voando ao redor da isca.

Alimentação: basicamente formada por pequenos peixes. Ela fica voando procurando alugm peixe que possa estar perto da superfície. Quando ela o ve, mergulha no mar para capturá-lo e quando volta a superfície fica boiando até conseguir ingerir o peixe completamente para depois voltar a voar.

Distribuição: Habita os mares do oceno pacífico, desde a Nova Zelândia até as ilhas proóximas a linha do equador. Também habita a costa leste da Austrália.

Dados sobre a avistagem:

1º avistagem
Data: 14/06 e 15/06
Hora: 08:34am
Local: latitude: S 33º 42`   longitude: E 174º  42`
Temp. água: 18º
Temp. atmosférica (aprox.): 16 º
Vel. do vento (aprox.): 20knós
Direção do vento: SSW
Lua: crescente
Características do clima: Nulbado, mar agitado e vento forte
Visibilidade: +++ (de cinco “+” possíveis)
Velocidade do barco: 6,5knós
Direção do barco: NNE
Dist. aproximada do(s) indivíduo(s): 10m
Dist. terra mais próxima: 71milhas

Relato da avistagem: Voava em meio as ondas, junto com mais duas, as vezes quatro aves de coloração toda marron. Rodeava a isca que botamos na água de cor preta e vermelha. Ela voava com mais um indivíduo da mesma espécie e nos acompanhou por dois dias inteiros. Não podemos precisar se era sempre os mesmo indivíduos, mas com certeza era a mesma espécie pelas características morfológicas.

Avistadores: Ausguto e João
Duração da avistagem: relatando foram cerca de 30min, mas elas nos acompanharam por dois dias inteiros.


2º avistagem
Data: 20/06
Hora: 11:35am
Local: latitude: S 23º  16`   longitude: E 178º  40`
Temp. água: 24,3º
Temp. atmosférica (aprox.): 28 º
Vel. vento (aprox.): 5Knós
Direção do vento: NNE
Lua: crescente
Características do clima: Sol, poucas nuvens, mar bem calmo e quase nada de vento
Visibilidade: +++++ (de cindo “+” possíveis)
Velocidade do barco: 5,7knós
Direção do barco: NNW
Velejando ou motorando: motorando
Dist. aproximada do indivíduo: 5m
Dist. da terra mais próxima: 326milhas

Relato sobre a avistagem: a ave se aproximou bastante e ficou dando voos rasantes ao redor do barco. Parecia querer acompanhar a velocidade do barco, diferentemente da outra avistagem, que pouco se aproximou. Essa vez, não havia isca na água. Também não havia interação com indivíduos de outra espécie, e ela se deslocava solitária. Ficou cerca de 15min andando na nossa direção, depois ficou uns 2min boiando na superfície do mar, até levantar voo de novo e seguir sentido SSW.

Avistadores: João, Augusto, Gustavo e Cláudio
Duração da avistagem: 20min

Publicado por Fauna ao Vento

8/7/2010 - 5:26

O Peixe voador

Fly fish "voando"
Fly fish "voando"

Fly fish – Black winged

Prognichthys rondeleti

Identificação: o Fly fish é conhecido nos mares por sairem de dentro d`agua é “voarem” por cima dela por alguns metros. Esse mecanismo foi desenvolvido para eles escaparem de predadores como as Tunas e os Mackerels, ambos peixes abundantes nos mares.  O termo “voar” não é o mais correto para se usar no caso do Fly fish, pois na verdade ele desliza cerca de 10cm acima d`agua. Ele vibra as nadadeiras traseiras para ir a superfície, depois com as nadadeiras peitorais se mantem planando, até ficar esgotado, e aí sim voltar para a água.

Hábitos: vive sempre em águas quentes e essa espécie habita somente os mares do Pacífico. Quase sempre quando vão a superféicie estão sozinhos, e “voam” numa velocidade de até 10km. Eles botam os ovos, que são cobertos com longos fios de seda em algas, ou qualquer objeto flutuante, para fixá-los.

Distribuição: Todo oceano pacífico, principalmente nas águas mais quentes.

Dados sobre a avistagem:
Data: 21/06/2010
Hora: 10:00
Local: S 21º 12`  E 177 º 58`
Temp. água: 25,1º
Temp. atmosférica (aprox): 22ºC
Velociadade do vento (aprox): 15knós
Direção do vento: E
Características do clima: Sol, mar com ondas balançadas e vento forte
Visibilidade: + + +
Velocidade do barco: 5knós
Direção: NNW
Distância aproximada dos indivíduos: 15m
Distância de terra mais próxima: 203Nm (Fiji)

Avistagem: vimos o peixe numa manha de sol forte e mar balançado, mas ele foi a superfície 4 vezes, e sempre “voando” cerca de 10m, e não mais de 5cm da superfícia da água. Não tivemos como fazer fotos devido a velocidade do peixe e o balanço do mar.

Avistador(s): João, Cláudio, Gustavo e Augusto
Duração da avistagem: 20min

Publicado por Fauna ao Vento


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